Com 19 anos e atuando pelo Real Madrid, Endrick é a maior revelação do Brasil na Copa do Mundo 2026 — e um dos nomes mais falados do torneio. O mundo quer ver até onde esse garoto pode chegar.
Quem é Endrick
Endrick Felipe Moreira de Sousa nasceu em 21 de julho de 2006, em Planaltina, cidade do Distrito Federal. Filho de família humilde, foi descoberto ainda criança e levado para as categorias de base do Palmeiras. Aos 16 anos, já era convocado para o profissional. Aos 17, fez gols em clássicos e virou ídolo do time mais campeão do Brasil no século XXI.
Em julho de 2024, Endrick se transferiu para o Real Madrid — o clube mais vitorioso do mundo — por cerca de 60 milhões de euros. Virou o brasileiro mais jovem a defender o clube merengue e passou a dividir vestiário com Mbappé, Vinicius Jr. e Rodrygo.
O que o torna diferente
Endrick não é um típico atacante brasileiro de dribles e leveza. Ele é explosivo, forte fisicamente, tem finalização potente com o pé esquerdo e não tem medo de momentos decisivos. Com 17 anos, marcou de voleio em Wembley pela Seleção, na estreia como titular. O gol deu a volta ao mundo.
Seu estilo lembra jovens atacantes europeus — direto, sem frescura, mata no primeiro toque. Numa Copa do Mundo, onde os jogos são tensos e os espaços fechados, esse perfil pode ser letal saindo do banco.
Endrick na Copa 2026
Na Copa 2026, Endrick tem 19 anos — a mesma idade que Pelé tinha quando marcou dois gols na final de 1958 e se tornou campeão do mundo pela primeira vez. A comparação é inevitável, e o próprio Endrick a abraça.
No Brasil de 2026, ele compõe um ataque com Vinicius Jr., Neymar e Rodrygo. A concorrência é brutal. Mas Endrick já mostrou que não se intimida — e que, em jogos decisivos, costuma aparecer.
Por que o mundo está de olho nele
Endrick é o tipo de jogador que aparece uma vez por geração. Não é apenas um talento brasileiro — é um talento mundial, já reconhecido pelos melhores clubes do planeta. O Real Madrid não contratou por acaso: eles viram algo extraordinário.
Se o Brasil chegar longe na Copa 2026 — e a expectativa é que chegue — Endrick pode ser o nome que a torcida vai lembrar por décadas. Assim como a geração lembra de Ronaldo em 2002. Assim como o mundo inteiro lembrou de Pelé em 1958.
O menino de Planaltina chegou. E ele veio para ficar.
